Daniel na Cova dos Leões
Na Bíblia, Daniel era um dos presidentes dos numerosos sátrapas, os governadores das províncias sob o reinado de Dario. Daniel, assim, destacava-se dentre os outros homens por suas qualidades, o que ensejou esses governadores a tramarem algo contra Daniel. Eles tiveram a ideia de convencer o rei Dario a assinar um decreto pelo qual todo homem que cultuasse algum deus ao invés de Dario por um espaço de 30 dias fosse punido. Essa punição seria jogá-lo na cova dos leões.
Daniel, no entanto, permaneceu a cultuar seu Deus particularmente, três vezes ao dia. Era a oportunidade perfeita para os governadores das províncias acusarem-lhe. Dessa forma, Dario tentou fazer de tudo para salvar Daniel, mas, pressionado por esses homens a manter seu decreto, Dario teve de conceder a ordem para que Daniel fosse punido. Daniel foi jogado à cova dos leões, e o rei retirou-se até seus aposentos. Pela manhã, Dario voltou à cova e, alegremente, percebeu que Daniel estava vivo. Daniel explicou-lhe o que havia acontecido: Deus enviara um anjo que fechou a boca dos leões, salvando sua vida. Dario, assim, retirou Daniel da cova e viu que ele não tinha nenhum ferimento, e ordenou que todos aqueles homens que o acusaram fossem jogados na cova dos leões, juntamente com suas mulheres e filhos.

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ResponderExcluirJavé em comparação aos outros deuses, segundo relatos, é o único a se impor nas culturas, seja por prodígios ou milagres.
ResponderExcluirO conceito de milagre também não está presente nas religiões pagãs, é uma ideia própria do cristianismo e da tradição hebraica anterior, até onde eu saiba. O que existe no paganismo é o misticismo e uma visão sacralizada da natureza.
ExcluirNo cristianismo e judaísmo há o misticismo também, em relação a revelações especiais de Deus, fenômenos espirituais ou sobrenaturais por parte Divina e profana.
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